Meu Diário De Oração – Azul

Autoras: Anne M Cetas, Alyson Kieda, Cindy Hess Kasper, Jennifer Benson Schuldt, Joanie E. Yoder, Julie Ackerman Link, Poh Fang Chia, Regina Franklin, Roxanne Robbins. Editora: Publicações Pão Diário Páginas: 388 Código: A4559 ISBN: 9781680434330

Meu diário de oração – Pão Diário – Minhas orações

Meu Diário de Oração foi elaborado para que em cada dia você possa separar um tempo para pensar Não Deus vivo que ama você e a quer conectada com Ele. As leituras aquecem o coração, pois são baseadas na Palavra de Deus e nas suas verdades eternas. Desfrute do melhor momento para se aprofundar na amizade com Deus: agora!

Meu Diário de oração – Vol 2

Meu Diário de Oração foi elaborado para que em cada dia você possa separar um tempo para pensar Não Deus vivo que ama você e a quer conectada com Ele. As leituras aquecem o coração, pois são baseadas na Palavra de Deus e nas suas verdades eternas. Desfrute do melhor momento para se aprofundar na amizade com Deus: agora!

 

Tamanho:15x21cm

Páginas:388

Pão Diario Edição especial

Pão Diário — Edição especial   “Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho.” — Salmo 119:105  Por que

Devocional Pão Diário (Edição Militar – Polícia)

Momentos diários de reflexão sobre os valores cristãos encontrados na sabedoria transformadora da Bíblia . Palavras que fortalecem e revigoram o ânimo e a confiança no poder que vem do alto para enfrentar os desafios do dia a dia. São 365 meditações de encorajamento com artigos voltados especialmente à vida na Polícia Militar .

Dia a dia com Corrie ten Boom Devocional diário

Dia a Dia com Corrie Ten Boom, o devocional diário, escrito pela autora do Livro O Refúgio Secreto (Publicações Pão Diário, 2016), é uma coletânea de 365 meditações baseadas no aprendizado de Corrie em seu relacionamento com Deus.  Nele, compartilha sobre o ministrar do Senhor ao seu coração no período mais tenebroso de sua história e também durante os anos de ministério depois do campo de concentração nazista.   As inspiradoras mensagens procuram encorajá-la ao buscar a presença de Deus e a crescer em fé, mesmo em meio às adversidades da vida.   Nas palavras da autora: “Sei que Deus me inspirou para escrever essas meditações. Elas vieram diretamente daquele que o ama muito e falou por meu intermédio.    Cornélia Arnolda Johanna Ten Boom (1892 – 1983):  Nasceu em 15 de abril de 1892 em Haarlem, uma cidade próxima a Amsterdã, na Holanda.   Era a mais nova entre os quatro filhos do casal ten Boom: três meninas — Betsie, Nollie e Corrie (como foi carinhosamente apelidada) — e um menino, Willem. Seu pai era dono de uma relojoaria.  A casa da família — por eles chamada de Beje — ficava exatamente acima dessa relojoaria.   Membros da Igreja Reformada Holandesa, de teologia calvinista, todos eram cristãos dedicados a servir a sociedade, oferecendo abrigo, alimento e dinheiro aos necessitados.  Em 1922, após a morte de sua mãe e de um romance frustrado, Corrie se tornou a primeira relojoeira licenciada da Holanda.   Na década seguinte, ela iniciou um clube de moças para ensino religioso e turmas para educação artística, costura e trabalhos manuais.  Em 1940, o exército alemão invadiu a Holanda e os outros Países Baixos. A partir daí a vida dos ten Boom mudou para sempre.   Seu irmão, pastor em uma igreja do interior, foi o primeiro da família a se envolver no movimento de Resistência ao nazismo.   Pouco depois, seu pai e irmãs também aderiram e passaram por extensos e extenuantes treinamentos para aproveitarem a fachada da relojoaria e esconder judeus perseguidos, uma passagem secreta, construída atrás do guarda-roupas do quarto de Corrie, era o pequeno cômodo que esconderia até seis hóspedes durante as frequentes inspeções nazistas.   Um duto de ar foi instalado nesse local secreto a fim de permitir a ventilação necessária para fugitivos . Alguns judeus permaneciam no lar dos ten Boom por apenas algumas horas, outros ficariam por dias, até serem realocados para casas de outros membros da Resistência.   Corrie se tornou uma das líderes do movimento ajudando a encaminhar vários judeus a esconderijos seguros. Estima-se que a atividade desse grupo de holandeses ajudou a salvar cerca de 800 judeus.  Em 28 de fevereiro de 1944, um traidor entregou ao exército nazista informações que os conduziram ao Beje. No final daquele dia, 35 pessoas, incluindo a família de Corrie, foram presas e encaminhadas a campos de concentração  Apesar do escrutínio dos soldados alemães, os seis judeus escondidos na passagem secreta não foram descobertos. Permaneceram por mais 3 dias no esconderijo e depois disso foram resgatados por outros membros da Resistência. Casper ten Boom, o patriarca da família, morreu apenas 10 dias depois, aos 84 anos, como prisioneiro em Scheveningen.  Corrie e sua irmã Betsie passaram os 10 meses seguintes em três prisões diferentes, até serem encaminhadas ao temido campo de concentração Ravensbrück. A vida no campo era quase insuportável, mas Corrie e  Betsie passaram seu tempo compartilhando sobre o amor de Jesus com suas colegas de prisão. Muitas delas se converteram em meio àquela situação terrível. Betsie morreu doente naquele local, em 16 de dezembro de 1944. Um sobrinho e o irmão de Corrie também foram aprisionados. Willem contraiu tuberculose durante o encarceramento e faleceu pouco depois do fim da guerra. Corrie foi libertada por um erro administrativo, 10 dias após a morte de sua irmã e apenas uma semana antes de que todas as Mulheres de sua idade tivessem sido executadas em Ravensbrück. “Deus não tem problemas. Somente planos”, dizia Corrie.  Logo depois da guerra, Corrie fundou centros de reabilitação para ajudar os sobreviventes do Holocausto e recebeu a honraria de “Heroína de Guerra” da rainha da Holanda. Aos 53 anos, começou um ministério mundial que a levou a percorrer mais de 60 países testificando do amor e do poder do perdão de Cristo, e sempre proclamando “Jesus é Vencedor”. Em 1968, o Museu do Holocausto, situado em Jerusalém, pediu a Corrie que plantasse uma árvore na Avenida dos Justos entre as Nações, como homenagem às muitas vidas de judeus que foram poupadas pelos membros da Resistência nos Países Baixos.  No começo da década de 70, o Livro “O refúgio secreto” (Publicações Pão Diário, 2016), que conta a saga da família, se tornou um best-seller. Além desse, Corrie escreveu muitos outros Livros inspiradores. Em 1977, aos 85 anos, Corrie Ten Boom se mudou para Placentia, California, EUA.   No ano seguinte, sofreu uma série de derrames cerebrais que a deixaram paralisada e incapaz de falar. Ela morreu aos 91 anos, no dia de seu aniversário, em 15 de abril de 1983.  Além do legado histórico com o salvamento de tantas vidas, às custas de seu próprio martírio, Corrie Ten Boom ensinou ao mundo sobre o poder da fé em Cristo, em meio aos maiores sofrimentos e perdas, e sobre o perdão, resultante de um coração próximo a Deus. Dia a Dia com Corrie Ten Boom, o devocional diário, escrito pela autora do Livro O Refúgio Secreto (Publicações Pão Diário, 2016), é uma coletânea de 365 meditações baseadas no aprendizado de Corrie em seu relacionamento com Deus.  Nele, compartilha sobre o ministrar do Senhor ao seu coração no período mais tenebroso de sua história e também durante os anos de ministério depois do campo de concentração nazista.   As inspiradoras mensagens procuram encorajá-la ao buscar a presença de Deus e a crescer em fé, mesmo em meio às adversidades da vida.   Nas palavras da autora: “Sei que Deus me inspirou para escrever essas meditações. Elas vieram diretamente daquele que o ama muito e falou por meu intermédio.    Cornélia Arnolda Johanna Ten Boom (1892 – 1983):  Nasceu em 15 de abril de 1892 em Haarlem, uma cidade próxima a Amsterdã, na Holanda.   Era a mais nova entre os quatro filhos do casal ten Boom: três meninas — Betsie, Nollie e Corrie (como foi carinhosamente apelidada) — e um menino, Willem. Seu pai era dono de uma relojoaria.  A casa da família — por eles chamada de Beje — ficava exatamente acima dessa relojoaria.   Membros da Igreja Reformada Holandesa, de teologia calvinista, todos eram cristãos dedicados a servir a sociedade, oferecendo abrigo, alimento e dinheiro aos necessitados.  Em 1922, após a morte de sua mãe e de um romance frustrado, Corrie se tornou a primeira relojoeira licenciada da Holanda.   Na década seguinte, ela iniciou um clube de moças para ensino religioso e turmas para educação artística, costura e trabalhos manuais.  Em 1940, o exército alemão invadiu a Holanda e os outros Países Baixos. A partir daí a vida dos ten Boom mudou para sempre.   Seu irmão, pastor em uma igreja do interior, foi o primeiro da família a se envolver no movimento de Resistência ao nazismo.   Pouco depois, seu pai e irmãs também aderiram e passaram por extensos e extenuantes treinamentos para aproveitarem a fachada da relojoaria e esconder judeus perseguidos, uma passagem secreta, construída atrás do guarda-roupas do quarto de Corrie, era o pequeno cômodo que esconderia até seis hóspedes durante as frequentes inspeções nazistas.   Um duto de ar foi instalado nesse local secreto a fim de permitir a ventilação necessária para fugitivos . Alguns judeus permaneciam no lar dos ten Boom por apenas algumas horas, outros ficariam por dias, até serem realocados para casas de outros membros da Resistência.   Corrie se tornou uma das líderes do movimento ajudando a encaminhar vários judeus a esconderijos seguros. Estima-se que a atividade desse grupo de holandeses ajudou a salvar cerca de 800 judeus.  Em 28 de fevereiro de 1944, um traidor entregou ao exército nazista informações que os conduziram ao Beje. No final daquele dia, 35 pessoas, incluindo a família de Corrie, foram presas e encaminhadas a campos de concentração  Apesar do escrutínio dos soldados alemães, os seis judeus escondidos na passagem secreta não foram descobertos. Permaneceram por mais 3 dias no esconderijo e depois disso foram resgatados por outros membros da Resistência. Casper ten Boom, o patriarca da família, morreu apenas 10 dias depois, aos 84 anos, como prisioneiro em Scheveningen.  Corrie e sua irmã Betsie passaram os 10 meses seguintes em três prisões diferentes, até serem encaminhadas ao temido campo de concentração Ravensbrück. A vida no campo era quase insuportável, mas Corrie e  Betsie passaram seu tempo compartilhando sobre o amor de Jesus com suas colegas de prisão. Muitas delas se converteram em meio àquela situação terrível. Betsie morreu doente naquele local, em 16 de dezembro de 1944. Um sobrinho e o irmão de Corrie também foram aprisionados. Willem contraiu tuberculose durante o encarceramento e faleceu pouco depois do fim da guerra. Corrie foi libertada por um erro administrativo, 10 dias após a morte de sua irmã e apenas uma semana antes de que todas as Mulheres de sua idade tivessem sido executadas em Ravensbrück. “Deus não tem problemas. Somente planos”, dizia Corrie.  Logo depois da guerra, Corrie fundou centros de reabilitação para ajudar os sobreviventes do Holocausto e recebeu a honraria de “Heroína de Guerra” da rainha da Holanda. Aos 53 anos, começou um ministério mundial que a levou a percorrer mais de 60 países testificando do amor e do poder do perdão de Cristo, e sempre proclamando “Jesus é Vencedor”. Em 1968, o Museu do Holocausto, situado em Jerusalém, pediu a Corrie que plantasse uma árvore na Avenida dos Justos entre as Nações, como homenagem às muitas vidas de judeus que foram poupadas pelos membros da Resistência nos Países Baixos.  No começo da década de 70, o Livro “O refúgio secreto” (Publicações Pão Diário, 2016), que conta a saga da família, se tornou um best-seller. Além desse, Corrie escreveu muitos outros Livros inspiradores. Em 1977, aos 85 anos, Corrie Ten Boom se mudou para Placentia, California, EUA.   No ano seguinte, sofreu uma série de derrames cerebrais que a deixaram paralisada e incapaz de falar. Ela morreu aos 91 anos, no dia de seu aniversário, em 15 de abril de 1983.  Além do legado histórico com o salvamento de tantas vidas, às custas de seu próprio martírio, Corrie Ten Boom ensinou ao mundo sobre o poder da fé em Cristo, em meio aos maiores sofrimentos e perdas, e sobre o perdão, resultante de um coração próximo a Deus. Acabamento: Capa Couro Almofadada Peso: 0,460 kg Dimensões: 11,2 cm x 17,8 cm Páginas: 380 

Home

Garanta já! Lançamentos Materiais bíblicos para seu crescimento espiritual SELEÇÃO ESPECIAL Mais vendidos Promoções Avaliados por clientes Array Nossos Diferenciais

Maternidade: presente ou fardo?

Maternidade – Presente ou Fardo?   Encontrando alegria e propósito em meio aos desafios diário.    Fica claro, desde o começo, que a maternidade não é a estação das flores.   Aquelas “famílias perfeitas” dos comerciais de margarina ou das fotos de princesas da Inglaterra, saindo da maternidade com vestidos impecáveis, não é a realidade para a maioria de nós, em qualquer parte do planeta.  Porém, esse presente vem acompanhado de uma grande responsabilidade: ensiná-los, educá-los e amá-los. Entendo que cada novo dia traz a oportunidade para semear amor, conhecimentos e o exemplo pessoal na vida de nossas crianças.  Percebemos, logo no começo dessa história de amor, que uma nova mãe surge no dia em que nasce o seu tão esperado bebê. E neste novo mundo que está diante dela, essa mãe sente-se tão pequena e perdida, como o seu recém-nascido.  Será possível encontrar alegria, contentamento e um propósito nesta jornada chamada maternidade?   Seguiremos amando os nossos filhos, mas lá no fundo do nosso coração, será que os vemos como um precioso presente merecedor de honra e cuidado, ou como mais um peso à nossa vida que já não é perfeita?    Teremos dificuldades? Certamente haverá muitas.     Mas se entendermos a importância da nossa missão, deixaremos de acreditar em alguns mitos e mentiras que a sociedade e a cultura ao nosso redor querem nos fazer aceitar, alinharemos as nossas prioridades a essa nova fase e escolheremos a alegria.   Agindo assim, poderemos, sim, encontrar contentamento e propósito, mesmo em meio a todos os desafios e as dificuldades do dia a dia de ser mãe.   Quando compreendemos o propósito de Deus para o relacionamento entre pais e filhos, a maternidade passa a ser um fascinante projeto de vida que traz regozijo, paz, satisfação, contentamento e alegria. 
  • Autora brasileira.
  • O equilíbrio entre as necessidades da mulher e a
Maternidade. 
  • Abordagem honesta e bíblica.
  • Exemplos da vivência da autora.
  Tathiana Schulze: Jornalista e autora do blog mamaereal.com. É casada com Christian Schulze, um engenheiro de software e pastor, e têm três filhos. Trabalha no ministério infantil na igreja Assembleia de Deus Ministério Semeadores de Boas-Novas, em Atlanta, EUA.    Acabamento: Capa Brochura Peso: 0,260 kg Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm Páginas: 144 

John Bunyan

“Minha linhagem foi de uma geração menor e insignificante, a casa do meu pai era daquelas mais pobres e desprezadas

Charles Haddon Spurgeon

Charles H. Spurgeon, conhecido como “príncipe dos pregadores”, foi um dos maiores evangelistas do século 19. Após mais de 100

Dia a dia com Corrie Ten Boom – Capa dura

Dia a Dia com Corrie Ten Boom, o devocional diário, escrito pela autora do Livro O Refúgio Secreto (Publicações Pão Diário, 2016), é uma coletânea de 365 meditações baseadas no aprendizado de Corrie em seu relacionamento com Deus.  Nele, compartilha sobre o ministrar do Senhor ao seu coração no período mais tenebroso de sua história e também durante os anos de ministério depois do campo de concentração nazista.   As inspiradoras mensagens procuram encorajá-la ao buscar a presença de Deus e a crescer em fé, mesmo em meio às adversidades da vida.   Nas palavras da autora: “Sei que Deus me inspirou para escrever essas meditações. Elas vieram diretamente daquele que o ama muito e falou por meu intermédio.    Cornélia Arnolda Johanna Ten Boom (1892 – 1983):  Nasceu em 15 de abril de 1892 em Haarlem, uma cidade próxima a Amsterdã, na Holanda.   Era a mais nova entre os quatro filhos do casal ten Boom: três meninas — Betsie, Nollie e Corrie (como foi carinhosamente apelidada) — e um menino, Willem. Seu pai era dono de uma relojoaria.  A casa da família — por eles chamada de Beje — ficava exatamente acima dessa relojoaria.   Membros da Igreja Reformada Holandesa, de teologia calvinista, todos eram cristãos dedicados a servir a sociedade, oferecendo abrigo, alimento e dinheiro aos necessitados.  Em 1922, após a morte de sua mãe e de um romance frustrado, Corrie se tornou a primeira relojoeira licenciada da Holanda.   Na década seguinte, ela iniciou um clube de moças para ensino religioso e turmas para educação artística, costura e trabalhos manuais.  Em 1940, o exército alemão invadiu a Holanda e os outros Países Baixos. A partir daí a vida dos Ten Boom mudou para sempre.   Seu irmão, pastor em uma igreja do interior, foi o primeiro da família a se envolver no movimento de Resistência ao nazismo.   Pouco depois, seu pai e irmãs também aderiram e passaram por extensos e extenuantes treinamentos para aproveitarem a fachada da relojoaria e esconder judeus perseguidos, uma passagem secreta, construída atrás do guarda-roupas do quarto de Corrie, era o pequeno cômodo que esconderia até seis hóspedes durante as frequentes inspeções nazistas.   Um duto de ar foi instalado nesse local secreto a fim de permitir a ventilação necessária para fugitivos . Alguns judeus permaneciam no lar dos ten Boom por apenas algumas horas, outros ficariam por dias, até serem realocados para casas de outros membros da Resistência.   Corrie se tornou uma das líderes do movimento ajudando a encaminhar vários judeus a esconderijos seguros. Estima-se que a atividade desse grupo de holandeses ajudou a salvar cerca de 800 judeus.  Em 28 de fevereiro de 1944, um traidor entregou ao exército nazista informações que os conduziram ao Beje. No final daquele dia, 35 pessoas, incluindo a família de Corrie, foram presas e encaminhadas a campos de concentração  Apesar do escrutínio dos soldados alemães, os seis judeus escondidos na passagem secreta não foram descobertos. Permaneceram por mais 3 dias no esconderijo e depois disso foram resgatados por outros membros da Resistência. Casper Ten Boom, o patriarca da família, morreu apenas 10 dias depois, aos 84 anos, como prisioneiro em Scheveningen.  Corrie e sua irmã Betsie passaram os 10 meses seguintes em três prisões diferentes, até serem encaminhadas ao temido campo de concentração Ravensbrück  A vida no campo era quase insuportável, mas Corrie e  Betsie passaram seu tempo compartilhando sobre o amor de Jesus com suas colegas de prisão. Muitas delas se converteram em meio àquela situação terrível. Betsie morreu doente naquele local, em 16 de dezembro de 1944. Um sobrinho e o irmão de Corrie também foram aprisionados. Willem contraiu tuberculose durante o encarceramento e faleceu pouco depois do fim da guerra. Corrie foi libertada por um erro administrativo, 10 dias após a morte de sua irmã e apenas uma semana antes de que todas as Mulheres de sua idade tivessem sido executadas em Ravensbrück. “Deus não tem problemas. Somente planos”, dizia Corrie.  Logo depois da guerra, Corrie fundou centros de reabilitação para ajudar os sobreviventes do Holocausto e recebeu a honraria de “Heroína de Guerra” da rainha da Holanda. Aos 53 anos, começou um ministério mundial que a levou a percorrer mais de 60 países testificando do amor e do poder do perdão de Cristo, e sempre proclamando “Jesus é Vencedor”. Em 1968, o Museu do Holocausto, situado em Jerusalém, pediu a Corrie que plantasse uma árvore na Avenida dos Justos entre as Nações, como homenagem às muitas vidas de judeus que foram poupadas pelos membros da Resistência nos Países Baixos.  No começo da década de 70, o Livro “O refúgio secreto” (Publicações Pão Diário, 2016), que conta a saga da família, se tornou um best-seller. Além desse, Corrie escreveu muitos outros Livros inspiradores. Em 1977, aos 85 anos, Corrie Ten Boom se mudou para Placentia, California, EUA.   No ano seguinte, sofreu uma série de derrames cerebrais que a deixaram paralisada e incapaz de falar. Ela morreu aos 91 anos, no dia de seu aniversário, em 15 de abril de 1983.  Além do legado histórico com o salvamento de tantas vidas, às custas de seu próprio martírio, Corrie Ten Boom ensinou ao mundo sobre o poder da fé em Cristo, em meio aos maiores sofrimentos e perdas, e sobre o perdão, resultante de um coração próximo a Deus.  Acabamento: Capa Dura 
Peso: 0,430kg  
Dimensões: 11,2 cm x 17,8 cm  
Páginas: 380